Uma das perguntas mais frequentes que recebemos de diretores e gestores é: "Como eu justifico o investimento em IA para a minha diretoria?". A resposta passa por um framework estruturado de medição de ROI que vai além do simples cálculo de horas economizadas. No Broco, desenvolvemos uma metodologia baseada em três pilares: tempo recuperado, redução de erros e aceleração de decisões.
O primeiro pilar, tempo recuperado, é o mais tangível. Medimos o tempo médio que cada colaborador gasta em tarefas automatizáveis antes e depois da implementação. Em um projeto piloto com 50 usuários de uma empresa de serviços financeiros, identificamos que cada profissional gastava em média 2.3 horas por dia em tarefas administrativas. Após 30 dias usando o Broco, esse número caiu para 0.7 horas. Com um custo médio de R$85 por hora para esses profissionais, o retorno mensal foi de R$136 mil — muito superior ao investimento na licença Enterprise.
O segundo pilar é a redução de erros. Tarefas manuais repetitivas são propensas a falhas: dados digitados incorretamente, emails enviados para destinatários errados, prazos esquecidos. O Broco implementa validações automáticas em cada etapa, reduzindo a taxa de erro em operações críticas. Uma empresa de logística que integrou o Broco ao seu SAP reportou uma redução de 67% em erros de lançamento de notas fiscais, economizando centenas de horas de retificação por mês.
O terceiro pilar, frequentemente subestimado, é a aceleração de decisões. Quando um gestor consegue consultar dados do CRM, financeiro e operacional em segundos — em vez de esperar relatórios semanais — as decisões se tornam mais ágeis e fundamentadas. Recomendamos que empresas iniciem com um piloto de 30 dias em um departamento específico, definam métricas claras antes da implementação e comparem os resultados quantitativamente. Na nossa experiência, o payback médio é de 45 dias para equipes de 10 ou mais pessoas.
